{"id":486,"date":"2012-08-21T07:00:59","date_gmt":"2012-08-21T07:00:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/noticias\/?p=486"},"modified":"2019-04-15T15:13:08","modified_gmt":"2019-04-15T15:13:08","slug":"moradores-de-curitiba-se-reunem-em-galeria-para-trocas-de-roupas-e-objetos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/moradores-de-curitiba-se-reunem-em-galeria-para-trocas-de-roupas-e-objetos\/","title":{"rendered":"Moradores de Curitiba se re\u00fanem em galeria para trocas de roupas e objetos"},"content":{"rendered":"<div class=\"a8a89adbe8d3ea786427317e6a05b7f0\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p>O domingo (19) foi dia de trocas para muitas mulheres e alguns (poucos) homens de Curitiba. O evento batizado \u201cTroca-Troca\u201d reuniu interessados em trocar roupas, livros e objetos na Galeria L\u00fadica, que re\u00fane loja de roupas, bar, hamburgueria e galeria de arte debaixo do mesmo teto, no bairro S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>O car\u00e1ter multifuncional do local serviu de inspira\u00e7\u00e3o para o \u201cTroca-Troca\u201d, apesar de que, segundo a organizadora Silvia Henz, as roupas ainda predominarem a prefer\u00eancia dos frequentadores. \u201cS\u00e3o pe\u00e7as que n\u00e3o s\u00e3o mais \u00fateis para a gente, mas podem ser \u00fateis para outra pessoa\u201d, disse ao G1. As \u00fanicas regras para o evento, anunciadas logo na entrada, eram a proibi\u00e7\u00e3o de vendas, e a necessidade de etiquetar com os nomes todos os objetos. A recomenda\u00e7\u00e3o se mostrou contundente diante do acotovelamento no segundo andar do estabelecimento, onde funciona a loja, e sede do evento dominical.<\/p>\n<p>Assim, trocas consideradas inusitadas em outros locais tiveram seu espa\u00e7o na Galeria L\u00fadica. O mais celebrado deles foi feito pela pr\u00f3pria organizadora, que antes mesmo do final da primeira hora de evento conseguiu o objeto que desejava \u2013 uma peteca. \u201cN\u00e3o \u00e9 uma coisa f\u00e1cil de achar para vender, \u00e9 uma coisa que as pessoas t\u00eam jogada em casa, algu\u00e9m devia ter uma peteca jogada em casa, eu pensei\u201d. Dito e feito.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da peteca citada por Silvia, o evento serviu tamb\u00e9m para troca de conhecimentos. \u201cQuando a gente fala em troca, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 de roupa. Voc\u00ea vai trocar uma ideia, voc\u00ea est\u00e1 em um espa\u00e7o que tem a galeria de arte\u201d, destaca a organizadora, que tamb\u00e9m comemorou a vinda de pessoas que ainda n\u00e3o conheciam o local. \u201cAs pessoas v\u00eam aqui e conhecem o ambiente, conhecem outras pessoas legais e provavelmente elas v\u00e3o voltar\u201d, disse.<\/p>\n<p>Essa ideia foi ressaltada pela \u201ctrocadora\u201d mais frequente do local, a designer de moda Nat\u00e1lia Foga\u00e7a, que levou seis malas de tamanho m\u00e9dio cheias de itens para trocar. \u201cEstou trocando tudo, abra\u00e7os, conversas. Quiseram trocar minha filha, mas a\u00ed eu n\u00e3o troco\u201d, brincou. Ela justifica a quantidade de objetos (a maioria roupas), como moedas de troca para negocia\u00e7\u00e3o. \u201cTem que ter muita op\u00e7\u00e3o, porque voc\u00ea n\u00e3o sabe que tipos de pessoas v\u00e3o vir, que estilos, que corpos\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Apesar de passar adiante diversas pe\u00e7as, Foga\u00e7a lembra que a troca em si n\u00e3o significa rejei\u00e7\u00e3o. \u201cO que eu n\u00e3o trocar aqui vai voltar para o meu guarda-roupa, eu n\u00e3o estou me desfazendo daquilo\u201d, ponderou. O conceito foi endossado pela organizadora, que lembra que muitas vezes a \u201ccompra sem dinheiro\u201d \u00e9 uma boa solu\u00e7\u00e3o para guarda-roupas inutilizados. \u201cAs pessoas deveriam olhar menos para revista de moda e mais para os arm\u00e1rios delas, para ver que combina e o que n\u00e3o combina. \u00c0s vezes uma pe\u00e7a est\u00e1 ai, super-legal, s\u00f3 que n\u00e3o combina com o estilo da pessoa, ent\u00e3o ela traz a pe\u00e7a em bom estado e sai com uma coisa tamb\u00e9m em bom estado\u201d, resumiu.<\/p>\n<p><em>Fonte: G1<\/em><\/p>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O domingo (19) foi dia de trocas para muitas mulheres e alguns (poucos) homens de Curitiba. 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