{"id":809,"date":"2012-10-29T05:00:17","date_gmt":"2012-10-29T05:00:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/noticias\/?p=809"},"modified":"2019-04-15T15:12:46","modified_gmt":"2019-04-15T15:12:46","slug":"numero-de-relacoes-informais-cresce-51-por-cento-em-curitiba-segundo-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/numero-de-relacoes-informais-cresce-51-por-cento-em-curitiba-segundo-ibge\/","title":{"rendered":"N\u00famero de rela\u00e7\u00f5es informais cresce 51 por cento em Curitiba, segundo IBGE"},"content":{"rendered":"<div class=\"a8a89adbe8d3ea786427317e6a05b7f0\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p>O percentual de uni\u00f5es consensuais, aquela em que n\u00e3o h\u00e1 a formaliza\u00e7\u00e3o do casamento, subiu\u00a0 de 28,6% para 36,4% entre 2000 e 2010, no Brasil. Os dados s\u00e3o do Censo 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Os n\u00fameros registrados em Curitiba seguem essa tend\u00eancia nacional.<\/p>\n<p>Na capital do estado do Paran\u00e1, das 780 mil uni\u00f5es registradas na \u00faltima d\u00e9cada, 30% n\u00e3o tiveram algum tipo de v\u00ednculo civil ou religioso. Foi registrado, ainda, um crescimento de 51% neste tipo de rela\u00e7\u00e3o informal, que representava a op\u00e7\u00e3o de 155 mil curitibanos no Censo realizado em 2000 para 235 mil em 2010.<\/p>\n<p>Para Sheila Rigler, especialista em relacionamentos, essa propens\u00e3o acontece pelo fato de que, nos dias de hoje, duas pessoas morarem juntas sem oficializar a rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mais considerado imoral. &#8220;Antigamente, quando o casal ia morar junto, tinha que se casar com tudo o que tinha direito. Morar junto n\u00e3o era bem visto na sociedade. Hoje n\u00e3o \u00e9 mais marginalizado&#8221;.<\/p>\n<p>A especialista explica que, na Europa, j\u00e1 \u00e9 comum as pessoas priorizarem a uni\u00e3o consensual ao inv\u00e9s do casamento.\u00a0 &#8220;L\u00e1, os casais vivem dois ou tr\u00eas anos juntos antes de casar, como experi\u00eancia. No Brasil, isso vem acontecendo de cinco anos para c\u00e1. Primeiro morar junto e, depois, casar com festa&#8221;, relata.<\/p>\n<p>Mas, ainda assim, a uni\u00e3o consensual perde para as cerim\u00f4nias religiosas e civis que uniram juntas 545 mil casais na capital, um aumento de 6% em rela\u00e7\u00e3o aos dados anteriores do IBGE. Segundo Sheila, a ind\u00fastria do casamento ir\u00e1 movimentar R$ 70 milh\u00f5es por dia na economia brasileira em 2013.<\/p>\n<p>Sheila Rigler endossa que a separa\u00e7\u00e3o em uma uni\u00e3o consensual \u00e9 t\u00e3o dolorosa como em uma rela\u00e7\u00e3o oficial e que homens e mulheres t\u00eam priorizado a vida profissional. &#8220;As mulheres, que gostavam de casar cedo, est\u00e3o deixando para casar mais tarde. Elas querem se formar e se estabilizar profissionalmente. S\u00f3 depois pensam em formar fam\u00edlia&#8221;.<\/p>\n<p>Ela refor\u00e7a que quanto mais baixo o poder aquisitivo, mais pessoas ir\u00e3o viver em uma rela\u00e7\u00e3o consensual.\u00a0 &#8220;Nem sempre as pessoas solteiras querem gastar dinheiro em uma festa. Elas preferem investir no apartamento, na lua de mel, em comprar um bom carro&#8221;, ressalta.<\/p>\n<p>Amor consensual<\/p>\n<p><strong><\/strong>A designer Adriane Terezinha Horn, de 46 anos, e o administrador de empresas Sebasti\u00e3o Ara\u00fajo, de 54 anos, est\u00e3o em uma rela\u00e7\u00e3o consensual h\u00e1 20 anos. &#8220;Depois de seis meses de namoro, j\u00e1 fomos morar juntos&#8221;, conta Adriane.<\/p>\n<p>Ela diz que o casal n\u00e3o sentiu necessidade de oficializar a uni\u00e3o e ainda n\u00e3o pensa em faz\u00ea-lo no futuro. Nesse tempo de uni\u00e3o, eles j\u00e1 compraram uma casa, uma ch\u00e1cara e agora est\u00e3o negociando um terceiro im\u00f3vel. &#8220;Se um dia acontecer de a gente separar, n\u00e3o vai ter briga por causa dos bens, n\u00f3s somos bem generosos&#8221;, garante.<\/p>\n<p>Adriane conta que a fam\u00edlia do casal tamb\u00e9m encara bem a situa\u00e7\u00e3o. &#8220;Minha fam\u00edlia \u00e9 mais formal do que a dele, que \u00e9 carioca. Mas sempre foi tranquilo com meu pai, minha m\u00e3e, minha irm\u00e3 e at\u00e9 com parentes mais distantes&#8221;, descreve.<\/p>\n<p>&#8220;Como diz meu marido, n\u00e3o se mexe em time que est\u00e1 ganhando&#8221;, finaliza.<\/p>\n<p><em>Fonte: G1<\/em><\/p>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O percentual de uni\u00f5es consensuais, aquela em que n\u00e3o h\u00e1 a formaliza\u00e7\u00e3o do casamento, subiu\u00a0 de 28,6% para 36,4% entre 2000 e 2010, no Brasil. Os dados s\u00e3o do Censo 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Os n\u00fameros registrados em Curitiba seguem essa tend\u00eancia nacional. Na capital do estado do Paran\u00e1, das 780 mil uni\u00f5es registradas na \u00faltima d\u00e9cada, 30% n\u00e3o tiveram algum tipo de v\u00ednculo civil ou religioso. Foi registrado, ainda, um crescimento de 51% neste tipo de rela\u00e7\u00e3o informal, que representava a op\u00e7\u00e3o de 155 mil curitibanos no Censo realizado em 2000 para 235 <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[15],"class_list":["post-809","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-em-curitiba","tag-curitiba"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/809","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=809"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/809\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=809"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=809"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontracuritiba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=809"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}